sexta-feira

Festa do Purim e Festa dos Tabernáculos. Qual a diferença?




Festa dos Tabernáculos é muito confundida com a Festa do Purim, mas elas são duas festas espirituais que tem significados diferente.

Purim é o dia mais alegre do ano para os judeus pois nesse dia é comemorado a reversão de uma ordem de extermínio contra todo o povo, que foi salvo por causa de um ato de coragem da rainha Ester.


O que essa comemoração tem a ver conosco? 


Nós também fomos salvas da morte e se não fosse o Sr. Jesus muitas de nós teríamos sido exterminadas pelo mal ou estaríamos vivendo uma vida fútil e vazia. Estaríamos perdidas!!!


A rainha Ester foi e é um exemplo para todas nós. Um exemplo de coragem, sabedoria, de beleza verdadeira e é por isso que hoje participamos com toda alegria da Festa do Purim.


Já a Festa dos Tabernáculos, era originalmente uma festa que acontecia após o povo de Deus colher o trigo e recolher os frutos próprios da estação, e em memória à provisão divina, que nunca faltou, mesmo nos momentos mais difíceis que o povo viveu no deserto.


A festa durava uma semana e durante este período eles habitavam em tendas construídas com ramos, para lembrar sua fragilidade enquanto caminhavam pelo deserto. Essa também era uma forma de fazer com que o povo de Deus jamais esquecesse da providência Divina, e que Ele o sustentou ali no deserto, após havê-lo tirado da escravidão no Egito (Lv 23:33-43)


A  Festa dos Tabernáculos é um símbolo de gratidão e até os dias de hoje é comemorada como uma forma do povo de Deus agradecer por tudo que receberam. 



As duas festas são muito importantes, mas quando entramos na história de cada uma delas vemos que são totalmente diferentes, porém com um só objetivo, louvar a Deus. 



Beijinhos .

Atè a pròxima.






quarta-feira

O ser Humano tem o dom de achar erros nos outros...




O ser humano tem o dom de achar erros nos outros. Talvez mais uma doença do que um dom, na verdade.
 Há quem ache erro até em Deus, como os que acharam defeitos em Jesus quando andou nesta terra. E foi Ele mesmo quem nos alertou sobre os perigos desta doença:
Se os seus olhos forem maus, o seu corpo ficará cheio de escuridão. Mateus 6.23
Quer dizer, eu posso não saber que você tem maus olhos para comigo. Portanto, seus maus olhos não me afetarão. Mas a você, sim. Como?
Quando temos maus olhos para com alguém, começamos a procurar defeitos nele. A ordem que damos ao nosso cérebro é:
 “Essa pessoa é má. Encontre provas disso.” Daí começamos a ver tudo mau:

·         A pessoa chegou atrasada? É preguiçosa. Chegou cedo? Quer se mostrar para o patrão.
·         É bonita? Tá se achando. É feia? Bem feito.
·         Tem dinheiro? É ladrão. Não tem dinheiro? É um zé ninguém.
·         Faz boas obras? É só para inglês ver. Não faz boas obras? Egoísta.
·         Se destaca pelo que faz? Quer aparecer. Não aparece? É um zero à esquerda.

Essa busca por defeitos não tem fim. Você se torna uma pessoa amarga, odienta, rancorosa, cuja língua só tem veneno. Se você tem maus olhos para com alguém, não há como esse alguém lhe agradar. O problema está com você, não com a outra pessoa.
Seu estado é tão sério que as vítimas dos seus olhos maus nem precisam lhe punir, criticar ou se defender
Você já têm a própria punição: a escuridão que há aí dentro de você. 
Uma raiva que nunca acaba. Uma pessoa amarga que só consegue atrair amigos iguais a você — que odeiam as mesmas pessoas.
 Um sentimento de que você é o único “perfeito”, mesmo sabendo que tal coisa não existe.
Mas por que você não enxerga isso?
Ah, desculpe a pergunta. Me esqueci que você está na escuridão.



Fonte. Blog  Bispo Renato Cardoso.


3 Dicas : Para uma fé sempre forte!




A fé tem seus segredos. Requer manutenção para estar sempre forte.
 Aqui vão três hábitos que garantirão a força da sua fé:
  1. Meditar sempre na Palavra de Deus – não apenas ler, mas pensar no que lê.  
  2. Manter-se sempre em espírito de oração – onde estiver, sempre manter a mente em Deus; orar para entregar as preocupações e ansiedades a Deus; 
  3. Desviar-se do mal – ter temor a Deus, fugir do pecado, evitar amizades com pessoas que o levam para o mal, guardar seus olhos de olhar coisas impróprias na Internet, resistir às tentações
Vamos praticar isso  a cada dia.!

terça-feira

Looks para a Festa do Purim

Inspire-se!











































Outubro Festa dos Tabernáculos.
 Prepare-se.



Voce sabe o significado da Festa dos Tabernáculos?



A Festa dos Tabernáculos

A Festa dos Tabernáculos tinha como objetivo fazer o povo se lembrar do tempo em que morou em tendas, durante a peregrinação pelo deserto, e que Deus o sustentou ali, após havê-lo tirado da escravidão no Egito (Lv 23:33-43)
Nesta festa, toda a região próxima a Jerusalém ficava coberta de cabanas ou tendas feitas de ramos de árvores, daí o nome hebraico sucot. Todos os israelitas moravam ali durante aqueles dias.

Eram também conhecida como Festa da Colheita, Festa da Sega, Festa das Cabanas. Comemorada no sétimo mês do calendário judaico, cinco dias após o Dia da Expiação, ela prosseguia por sete dias, e no oitavo havia uma reunião solene (Ex 23:16 e 17; 34:22) Era realizada logo após o povo de Deus colher o trigo e recolher os frutos próprios da estação, e em memória à provisão divina, que nunca faltou, mesmo nos momentos mais difíceis que o povo viveu no deserto (Lv 23:43)
Era a festividade mais alegre de Israel, quando o povo se divertia mais, pois os corações estavam repletos de contentamento pelos cuidados de Deus.


I – Uma festa para ativar a Lembrança
Sabem por que era chamada Festa dos Tabernáculos? A palavra Tabernáculo quer dizer habitação portátil, ou seja, que podia ser levada de um lugar para o outro. Durante os dias dessa festa, cada família deveria armar uma tenda ou barraca, e se hospedar ali. Essas tendas eram chamadas sucá (tenda). Por isso, em hebraico, essa festa era chamada sucot.
Do que vocês acham que eram feitas as tendas para essa festa? Elas eram feitas de galhos de árvores, folhas de palmeiras e outras plantas. Que tendas diferentes! Essas tendas ou barracas eram para os israelitas se lembrassem do tempo em que moravam em tendas, enquanto viajaram por 40 anos, pelo deserto até a Terra Prometida.

Em Dt 8:2-5 está escrito que, apesar dos sofrimentos, o Senhor havia sustentado o Seu povo em todas as suas necessidades e que o povo havia aprendido muitas lições.
A Festa dos Tabernáculos também deveria ajudar as pessoas que nasceram durante o tempo que o povo esteve viajando pelo deserto e aquelas que nasceram depois a saber como era morar em tendas, dependendo de Deus para tudo: ter comida, proteção, saber para onde deveria se mudar, etc.

• Lembrar o cuidado e a proteção de Deus.

II – Uma festa para ativar a Gratidão
Além de ativar as lembranças, a Festa dos Tabernáculos ativava a gratidão, porque acontecia após a colheita de cereais e dos frutos. Vocês se lembram o que o povo comia no deserto? Ah! O maná e, às vezes, as codornizes. Mas, depois que já estava na Terra Prometida, o povo colhia trigo para fazer pão, colhia uvas, azeitonas, figos, romãs, tâmaras, etc. Já pensaram a alegria do povo com todos esses alimentos?!
Nessa festa, o povo levava muitas ofertas ao Senhor, e muitos animais eram sacrificados no Templo. Nas noites havia banquetes, danças, cânticos e muita alegria mesmo. Como eles eram agradecidos a Deus!


A Água 
Um motivo de gratidão do povo de Israel era em relação à água que Deus lhe dava através de boas chuvas. Lembrando que, no deserto, muitas vezes Deus teve que providenciar água que saiu até de pedras para saciar a sede do povo. Por isso, nos tempos de Jesus, durante a Festa dos Tabernáculos havia a cerimônia de buscar a água lá no poço de Siloé e trazê-la para ser derramada sobre o altar, no Templo. Isso era feito pelos sacerdotes.
Certa vez, enquanto essa festa era realizada lá em Jerusalém, Jesus, que também estava participando, se levantou e disse: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (João 7:37-38)
Jesus queria dizer que assim como a água mata a nossa sede, Ele é a água que mata a nossa sede de Deus, ou seja, através de Jesus conhecemos mais de Deus.
Se os israelitas faziam festa de gratidão a Deus pela água que nunca lhes faltava, nós que conhecemos a Jesus como nosso Salvador e Senhor, que nos aproxima de Deus, devemos ser mais gratos ainda.

A Luz
Durante a Festa dos Tabernáculos, o Templo ficava iluminado, com quatro grandes candelabros de ouro. Isso confirma as palavras de Jesus quando disse: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 8:12)
O que vocês acham que Jesus queria dizer com isso?
A presença de Jesus em nossa vida é muito importante, pois nos protege do mal e nos ajuda a andar nos caminhos corretos.

A Festa dos Tabernáculos era muito bonita e alegre. As pessoas se lembravam e agradeciam a Deus por todo o cuidado com elas no tempo em que moravam no deserto. Deus não deixou lhes faltar nada!
E você, sempre agradece por cada uma das bênçãos que Deus tem lhe dado? Bênçãos são presentes de Deus.

Trechinho Livro: 120 minutos para Blindar seu casamento - 05 Regras para boas brigas



Cinco regras para boas brigas

Por incrível que pareca as brigas entre o casal podem fazer bem. Sim , è isso mesmo. Desavenças, podem ajudar os parceiros a se conhecerem melhor e lava-los a  aprender a se adaptarem as diferenças entre um e outro. Para ser de fato proveitosa, uma boa briga de casal precisa, porèm seguir algumas regras.

1 Não  ignorem o problema. Tratem de resolve.los o mais rápido  possível. Problema adiado è problema piorado.
2 Não gritem. Educação cabe a qualquer lugar. Quem grita não parece mais forte, e sim mais fraco. Iniciem a conversa com brandura. Com jeito, atè as conversas mais difíceis podem se tornar fáceis.
3 Nao tenham medo de reconhecer o erro. È mais importante concordar sobre o que è certo do que, sobre quem està certo
4 Não façam ataques pessoais! Por exemplo, substituam o " você è um mentiroso" por " vamos falar sobre os fatos". Desse modo, o foco estarà apenas no problema.
5 Combinem o que vão fazer de diferente sobre a situação.


Atè a proxima!!!!
Beijinhos e vamos praticar!!!!

sexta-feira

Penteado fácil, fácil !


Olha sò esses penteados!!!! lindos!!!!










Ate a pròxima!








quinta-feira

Delicia de Morango




Ingredientes:
  • 6 colheres (sopa) de chocolate em pó
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 latas de creme de leite (sem soro)
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • morangos picados a gosto e inteiros para decorar

MODO DE PREPARO

  1. Leve ao fogo uma lata de leite condensado,creme de leite, um pouco de morango picado e margarina, mexa sem parar até que desgrude do fundo da panela
  2. Desligue o fogo e deixe esfriando
  3. Em seguida em um outro recepiente coloque a outra lata de creme de leite, mais um pouco de moragos picados, com o Chocolate em pó até formar uma mistura homogênea
  4. Em uma travessa despeje o creme branco no fundo e por cima o creme com chocolate, decore com morangos como preferir
  5. Leve à geladeira e deixe por 6 horas



Atè a proxima!

quarta-feira

O Caráter de Deus



Capítulo 1
O Caráter de Deus
São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!"
Mateus 6.22,23

     Essas simples palavras revelam todo o caráter de Deus e, por isso mesmo, o Senhor Jesus as proferiu a fim de fazer com que Seus seguidores pudessem compreender a natureza do Criador.
Assim como os olhos são a lâmpada do corpo, também o espírito do homem é a lâmpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo (Provérbios 20.27). Ora, da mesma forma que o espírito do homem revela para Deus o seu íntimo, também os olhos do homem revelam exteriormente o seu caráter, o que ele tem dentro de si.
       Torna-se fácil saber o que está acontecendo com uma pessoa, quando se olha no fundo dos seus olhos. Se ela tem alguma coisa oculta no seu interior, naturalmente procura desviá-los, revelando inconscientemente sua preocupação; mas se ela encara e não se intimida perante o outro, então, os seus olhos logo refletem a sua tranqüilidade por não estar escondendo nada.
 Diz-se que há uma raça de urubus, que somente comem a carniça depois que o urubu-rei, come­çando pela análise dos olhos do animal morto, liberar o corpo.
Quando o Senhor Jesus ensinou dessa maneira, certamente queria exortar os seus discípulos a tomarem todo o cuidado possível como seu interior, a fim de que este refletisse no exterior a plenitude da presença de Deus. Sim, porque não adianta anunciarmos a Palavra de Deus ao mundo apenas teoricamente, e vivermos uma vida diferente daquilo que pregamos.

E preciso que tenhamos atitudes semelhantes às do nosso Senhor, pois de que vale pregarmos a Cristo e vivermos o anticristo? De que vale mani­festarmos amabilidade e simpatia no púlpito, se quando descemos dele, ou saímos da igreja, mudamos nossas atitudes?
Não podemos ser como o camaleão, que muda de cor conforme o ambiente em que se encontra. Nossos olhos retratam toda a nossa intimidade, o que está no coração, ainda que a boca esteja calada. Eles não apenas revelam o nosso caráter aos outros, como também nos fazem ver as coisas de acordo com o que temos no coração.
               Observemos os olhos de Deus na pessoa do seu Filho, o Senhor Jesus, quando Ele encontrou a prostituta Maria Madalena. Se os seus olhos fossem maus, certamente Ele a condenaria, a repreenderia e chamaria a sua atenção apenas para que ela não agisse daquela maneira; entretanto, Ele a compreendeu, porque olhou para ela com "bons olhos", os olhos de amor, ternura e compaixão:
"Não podemos ser como o camaleão que muda de cor conforme o ambiente em que se encontra"
         
       Ela, como tantos outros que têm sido vistos pelo Mestre, possui o lado bom, isto é, as qualidades também. E é assim que nós cristãos devemos cultivar o nosso interior - fazê-lo acostumar-se a ver as pessoas, quer sejam cristãs ou contrárias à fé, pelo seu lado positivo e bom; com "bons olhos" para que todo o nosso interior seja iluminado.

Se olharmos as pessoas com preconceitos, é cer­to que, mais cedo ou mais tarde, a nossa língua, que vive a coçar, se manifestará e acabará por provocar uma inimizade contra aquela pessoa, chegando até a "vaciná-la" contra o Senhor Jesus, em quem nós tanto cremos.

Se os nossos olhos forem bons, por onde quer que formos, haveremos de manifestar a luz que há em nós... e todos os que nos verem saberão que somos diferentes das demais pessoas desse mundo, pois testemunharemos de modo eficaz d'Aquele que está em nós!
Do modo como vemos, seremos vistos. Como julgamos, seremos julgados; se amamos, seremos amados; se perdoamos, seremos perdoados; se abençoarmos, seremos abençoados!

                   
Capítulo 2

A justiça

A justiça é a virtude moral que inspira o respeito dos direitos de outrem e que faz dar a cada um o que lhe pertence.

 Ela revela o que é absolutamente correto, íntegro e verdadeiro e jamais pode se desviar, ainda que seja por uma insignificância, quer para a direita, quer para a esquerda, pois se isto acontecer, então, mais tarde, verificar-se-á o quão longe da verdade se coloca.

Se hoje, por exemplo, tomamos uma decisão de juízo e cometemos um mínimo de injustiça, certamente amanhã constataremos o estrago de todo o resto de justiça exercido. Quer dizer, muitas vezes uma injustiça, por menor que seja, atingindo uma parte, prejudica grandemente o todo.


O abuso humano

O ser humano tem abusado, e muito, do amor de Deus, da Sua paciência e compaixão; e talvez por isso mesmo, ele tem omitido a mensagem do Evangelho, negado a fé total no Senhor Jesus Cristo, enfim, se marginalizado em relação a Deus.

Creio que, no fundo, ele acredita que a miseri­córdia divina abafará todos os erros e pecados, e que Deus não terá coragem de lançar os "filhos" desobedientes no lago do fogo.

Apoiado nas Suas misericórdias, muitos se esquecem de que Ele antes de ser amor, bondade, etc., é justiça, e por força da própria justiça ficará impedido de justificar a todos, até porque não poderá permitir que o injusto receba o mesmo tra­tamento que o justo; que aqueles que deram suas vidas por causa da fé cristã, vivam a eternidade com aqueles que lhes tiraram as suas vidas por causa da própria fé cristã.Bem, o certo é que aqueles que pensam dessa forma desconhecem a Palavra de Deus, que afirma:

"O reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo."
Romanos 14.17

Quer dizer: a paz e a alegria não poderiam existir no reino de Deus sem que houvesse a justiça, pois aquelas dependem diretamente desta. E impossível se viver com a consciência tranqüila, sabendo-se que o tipo de vida que se está levando comporta ou é produto da injustiça.

A justiça de Deus rejeitada pelos judeus

O apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos romanos, disse:
"Irmãos, o bom desejo do meu coração e a minha súplica a Deus por Israel é para sua salvação. Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhe­cendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, a, não se sujeitaram à justiça de Deus. Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê."

Ora, isso significa que os judeus, desconhecendo a justiça de Deus, muito embora com zelo e cuidado, têm procurado guardar toda a Lei que Moisés lhes deu sem, entretanto, conseguir cumpri-la toda. Assim, perderam a visão dos propósitos de Deus com respeito à justificação pela fé no Senhor Jesus Cristo, pois, como está escrito:

"O meu justo viverá da fé”.
Hebreus 10.38

"É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: o justo viverá da fé; ora, a lei não é da fé, mas: O que fizer estas cousas, por elas viverá”.
Gálatas 3.11,12

Mas, pergunto eu, qual foi o judeu que durante toda a sua carreira aqui na terra conseguiu cumprir toda a lei? É certo que se alguém conseguisse cumprir todos, menos um preceito da lei, ainda assim estaria em débito. Esta é a principal razão pela qual o Senhor Jesus veio ao mundo, a fim de que cumprisse toda a Lei e assim pudesse servir como Salvador da humanidade, pois, conforme está escrito:

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que aos gentios viesse a bênção de Abraão em Jesus Cristo, a fim de que nós recebêssemos pela fé a promessa do Espírito. "
Gálatas 3.13,14

Muitos judeus sinceros querem ser justificados diante de Deus, mas cometem um grave erro, porque desejam-no pela obediência à Lei, esquecendo-se de que, mediante ela, ninguém foi ou será justificado.
Como exemplo, temos o pai da nação de Israel, Abraão, que, segundo a Bíblia, creu no Senhor, e isso lhe foi imputado para justiça (Gênesis 15.6).
Diante do exposto, há que se perguntar: Quais foram, então, os propósitos da Lei? Ora, ela serviu de freio contra os pecados mais grosseiros, conforme 1 Timóteo 1.9,10:

"Tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas, impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros, e para tudo quanto se opõe à sã doutrina.

A lei também mostra o pecado de todos os homens, como está escrito:

"Visto que ninguém será justificado diante d'Ele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. "
Romanos 3.20

Além de tudo isso, a Lei é uma clara demonstração da justiça de Deus para com os homens, servindo como base do próprio Direito Humano.

Infelizmente, o mesmo espírito judeu tem se aplicado também àqueles que se consideram cristãos e não o são, pois absorvem mais os mandamentos e preceitos humanos do que propriamente o que diz a Palavra de Deus. Estão mais preocupados no zelo de suas tradições religi­osas do que em abraçar a pureza da fé no Senhor Jesus e nas suas promessas.

Por isso mesmo, não se opõem a qualquer imposição sacrificial ou penitências por acharem que essas práticas trazem a justiça, ou méritos da parte de Deus para com elas; acreditam mais em suas obras de caridade do que na graça de Deus pela fé... 

Tudo isso é compreensível, pois que lhes têm sido negado, pelas suas próprias tradições, o conhecimento da verdade através da Escritura Sagrada.

Como vemos, não é nova a prática de certas lideranças religiosas em esconder propositalmente a verdade pois, assim sendo, podem controlar as mentes dos seus seguidores para fazerem aquilo que desejam os seus maus instintos (cobiçosos). 

Enquanto as pessoas leigas desconhecem as verdades eternas, continuarão na prática de

É consumir velas, santos e toda sorte de quinquilharias religiosas, enchendo assim os bolsos daqueles que lhes impõem filosofias baratas.
Uma ocasião o Senhor Jesus propôs a seguinte parábola para as pessoas desse tipo:
"Propôs também esta parábola a alguns que confiavam  em si mesmos por se considerarem justos, e desprezavam outros: 
Dois homens subiram ao templo como propósito de orar: um fariseu e o outro publicano. 
O fariseu, posto em pé, orava de si  para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque e não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto, ganho.

O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta, será humi­lhado; mas o que se humilha, será exaltado. "
Lucas 18.9-14

A parábola surte o efeito esperado para aquilo que se propõe este estudo: sobre a justiça de Deus pela fé e a justiça humana pelas obrigações religiosas.

O publicano (coletor de impostos) representa a justiça de Deus pela fé, pura e simplesmente;
 enquanto que o fariseu (religioso erudito, prati­cante da lei e, aos seus próprios olhos, justificado pelos seus próprios esforços religiosos) apresenta-se como merecedor de todas as bênçãos de Deus, através de suas caridades. 
Este, representa uma determinada classe de religiosos hipócritas, que arregalavam os olhos para as suas supostas perfei­ções, mas que só tinham pensamentos contrários à misericórdia e à graça de Deus, através da fé salvadora no Senhor Jesus.



Capítulo 3

A justiça de Deus

Se pudéssemos registrar em ordem cronológica as atribuições ou qualificações de Deus, certamente teríamos de considerar, em primeiro lugar, Deus, o Senhor da Justiça. A própria Escritura aponta a base do Trono de Deus:

“Justiça e direito são o fundamento do teu trono; graça e verdade te precedem.’
                                      Salmos 89.14

Todo aquele que leu ou lê a Bíblia Sagrada, de Gênesis ao Apocalipse, pode sentir a maneira pela qual Deus faz o seu julgamento, ou seja, como Ele opera nas Suas ações e reações para com a Sua criatura, e em tudo isso pode-se constatar um Senhor perfeitamente justo, na Sua maneira de ser e agir.
Ele é um Deus justo, e, por isso mesmo, odeia a injustiça, assim também como nós a odiamos. Aliás, no plano amoroso de Deus, acreditamos ser esta a razão principal por que muitos têm a oportunidade de serem salvos. Devido ao fato de Deus odiar a injustiça, e de ter fome e sede de justiça. O Senhor Jesus disse:

"Bem-aventurado os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos. "
Mateus 5.6

Somente aqueles que têm o caráter voltado à justiça  é que são fartos, e essa fartura é exatamente a salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo.

O que é a justiça de Deus?

Justiça é uma virtude ou qualidade que consiste na conformidade com o que é direito, correto ou legal. Dentro destes parâmetros, somente poderemos encontrar justiça perfeita e imparcial no próprio Deus. que é a personificação da justiça.
De fato, se o ser humano deseja encontrar uma definição própria para o Senhor, quer seja pelo caráter divino, mostrado pela ações de Deus desde a criação do mundo até o Apocalipse, ou mesmo pelas próprias experiências com Ele, sem dúvida alguma, iniciar-se-á pela Sua Justiça.
Deus é justo, e é isso o que o povo de Israel compreendia como a maior diferença entre Ele e os falsos "deuses" dos outros povos.

A justiça de Deus através dos tempos

Deus sempre usou homens cheios de fé, tementes e corretos no seu caráter, para manifestar a Sua justiça para com eles. Depois da morte de Josué, durante os primeiros 300 anos em Israel, Deus suscitou cerca de 13 juízes para julgarem o Seu povo, porque "naqueles dias não havia rei em Israel: cada um fazia o que achava mais reto" (Juízes 21.25).

Estes juízes eram ungidos para fazer justiça, e assim promover no povo judeu a disciplina que envolve o respeito mútuo entre seus cidadãos e as tribos, com a finalidade de encaminhá-los a Deus.
 Aqui vemos uma característica importante da verdadeira justiça: a aplicação de uma disciplina que reflita o caráter divino.

Depois vieram os reis que, também ungidos, eram considerados juízes de toda a nação de Israel. Dentre eles se destaca a pessoa de Davi, "um homem segundo o coração de Deus".

Hoje, Deus tem também os seus "juízes" na terra que, imbuídos de autoridade concedida pelo próprio Senhor Jesus, e ungidos pelo Espírito Santo, procuram levar aos povos a justiça divina através da fé, de acordo com a Palavra de Deus. Por isso é que o Senhor, com vista à implantação do Reino de Justiça ou Reino de Deus entre os homens:
A uns pôs na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. "
                           1 Coríntios 12.28


Como se aplica a justiça de Deus no cristão

Este é um dos pontos mais controvertidos na vida cristã, não porque Deus se mantém omisso às injustiças promovidas contra o Seu povo por parte dos não-cristãos ou dos próprios cristãos, absolu­tamente. A verdade é que quando o cristão se vê injustiçado, se ele não tem o caráter do Senhor Jesus Cristo, então, logo procura, pelos seus próprios meios ou recursos, tomar atitudes concernentes ao seu próprio caráter, isto é, defen­dendo-se com unhas e dentes, observando sua própria justiça ou, pior ainda, pagando a injustiça coma injustiça. Ora, temos aprendido que:

"Não resistais ao perverso, mas a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigara andar uma milha, vai com ele duas. "
                                  Mateus 5.39-41

E o que significa isso, senão, que devemos compreender a injustiça, uma vez que é nelas, e por meio delas, que sofremos e somos provados. Se desejamos conhecer o caráter verdadeiro de uma pessoa, devemos lhe observar, cuidadosamente, nos momentos da provação. O rei Davi disse:

"Fira-me o justo, será isso mercê; repreenda-me, será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo”.
                                   Salmos 141.5

Se quisermos ter um caráter de acordo com o de Davi, o homem segundo o coração de Deus, então aprendamos esta lição: de que a nossa causa esteve, está e sempre estará diante dos olhos do Deus Justo.

Se alguém cometer alguma injustiça conosco, por mais cruel que ela seja, devemos confiar no nosso Justo Juiz que, mais cedo ou mais tarde, fará com que a injustiça cometida contra nós torne-se em justiça, e esta dará a vez ao gozo e à alegria de termos passado na provação.

Portanto, jamais devemos nos defender com nossas próprias forças mediante qualquer ofensa; pelo contrário, devemos nos humilhar confiando que o Justo Juiz defenderá a nossa causa e nos dará a vitória. Se procurarmos nos defender, não só estaremos deixando de lado o nosso Juiz Justo, mas também incorremos no grande erro de manifestar o velho homem corrupto e destinado ao fracasso total na vida cristã.

Para o homem natural é impossível ceder às injustiças cometidas contra ele, e até existem aqueles que afirmam categoricamente: "Pelos meus direitos eu vou até as últimas conseqüências.. ." É por isso mesmo que os cemitérios estão cheios. Quantos não perderam suas vidas defendendo "seus direitos"?! E o caráter deles é este: defender, defender... O Senhor Jesus disse:

"Se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. "
Mateus 5.20

Ora, não é a nossa justiça a própria justiça de Deus? Não é o caráter divino que tem que fluir através de nós? Não somos o bom perfume de Cristo? A luz do Mundo? O sal da terra? Então, como poderemos permitir-nos perder a chance de exercer em muito a justiça que vem de Deus diante dos escribas e fariseus?
Sabemos de muitos cristãos e até ministros de Deus. cujas, vidas jamais podem expressar o caráter do Senhor Jesus Cristo. Isso porque jamais admitem ..perder", e não podendo agredir fisicamente a quem lhe ofendeu, então o fazem com a língua; não podendo fazer pessoalmente, então fazem pelas costas, criando assim animosidade na própria igreja. Para estes está escrito:
"E quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal, e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo."
Mateus 5.22

Finalmente, aprendamos que a justiça de Deus se revela no Evangelho, de fé em fé, como está escrito:

"0 justo viverá por fé. "
Romanos 1.17

-Todavia, o meu justo viverá pela fé, e: se retroceder, nele não se compraza minha alma. "
Hebreus 10.38



Capítulo 4
A verdade
A verdade é a conformidade com o que é real ou exato. Biblicamente, o Senhor Jesus é a personificação da verdade, como Ele mesmo se auto definiu:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”.
                                 João 14.6

A verdade jamais pode ser escondida. Nem o tempo consegue encobri-la; é como o óleo na água: está sempre em destaque, não se mistura. Pode até, por um breve período de tempo, parecer ter a mesma substância de outros elementos nos quais está inserida; entretanto, mais cedo ou mais tarde, flutua, assume a sua posição e aparece, conforme o próprio Senhor afirmou:

 "Pois nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido. "
Mateus 10.26

Assim é a verdade. Uma vez conhecida não admite meio termo. Não existem meias verdades. Há quem concorde que a meia verdade, muitas vezes, é pior do que a mentira.
Todo pecado que se comete está fundamentado na omissão da verdade. Normalmente, ao cometer um pecado, a pessoa, de antemão, já preparou uma mentira a fim de escondê-lo. Por isso mesmo, o Senhor Jesus faz-nos uma séria advertência, quando repreendeu os judeus dizendo:

"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
João 8.44

Ora, se o cristão tem o caráter de Deus, então a Sua palavra é como a do seu Deus, isto é, a verdade. Mas se o cristão anda e profere a mentira, então já não tem o caráter divino, mas diabólico, uma vez que ele satisfaz aos desejos de seu pai, que é o diabo.

A verdade é como Deus, provém d'Ele e está no caráter de Deus. Eis, então, a razão pela qual muitas vezes o Senhor Jesus usou a expressão: "Em verdade, em verdade vos digo..." Por outro lado, a mentira é como o diabo, provém do diabo e está
no caráter do diabo, razão por que a humanidade vive na mentira, satisfazendo assim ao seu im­perador da mentira. O Espírito Santo declara que:

A ira de Deus se revela do céu contra toda impie­dade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça. "
Romanos 1.18

"Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. "
Romanos 1.25

A verdade é também a base da armadura que Deus nos tem outorgado, a fim de vencermos os principados e potestades espirituais do mal; ela é a firmeza do caráter divino, onde estão assentados todos os demais componentes da armadura com­pleta de Deus, conforme Efésios 6.14 diz:

"Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade, e vestindo-vos da couraça da justiça.

Quando o Senhor Jesus disse:

"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar, vem do maligno."
Mateus 5.37

Naturalmente que neste conselho está o âmago de uma atitude cristã genuína, pois que há uma definição do comportamento do seguidor do Senhor Jesus Cristo. É óbvio que  num  mundo incrivelmente injusto, onde se procura aparentar algo que realmente não é, a hipocrisia tem se alas­trado até mesmo dentro da igreja cristã, visto que as pessoas estão buscando a qualquer preço assumir posições de destaque, sem se preocupar com a vida espiritual, e por isso mesmo fingem, mentem, enganam, dizem meias verdades, enfim, estão sempre procurando uma maneira incorreta para alcançar seus objetivos.
Até parecem aqueles estudantes que não se importam com os meios para passar a um grau superior, desde que o façam; não tem, então, tanta importância a "cola".
Infelizmente, tenho visto candidatos a obreiros e a pastores se apresentarem com o ar mais sonso possível, aparentando santidade, mas no íntimo estão cheios de engano. Pensam eles que o santo ministério é feito à base de engodo; o líder espiritual pode facilmente se enganar e permitir que isso aconteça. Entretanto, mais cedo ou mais tarde, toda a maledicência, engano e mentira aparecerão, porque o próprio Senhor já determinou:

"Nada há encoberto, que não venha a ser revelado... "
Mateus 10.26

Portanto, segui a verdade, porque nela está a Justiça de Deus!








                                              Espero ter ajudado-
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